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	<title>Livro &#8211; A Outra Via</title>
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	<title>Livro &#8211; A Outra Via</title>
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		<title>Castelo Interior &#8211; A filosofia de Santa Teresa D&#8217;Ávila</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A Outra Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 May 2022 20:07:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao longo do estudo, Edith Stein se detém, entre outras coisas, sobre cada uma das “moradas”, servindo-se abundantemente das próprias palavras da Santa de Ávila.]]></description>
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			<p>O texto que o leitor tem em mãos é a primeira tradução direta do alemão de um dos apêndices da obra “Ser finito e Ser Eterno: Ensaio de uma ascensão ao sentido do ser&#8221;, de Edith Stein, um complemento voltado à clarificação filosófica e teológica da obra homônima de Santa Teresa de Ávila, Die Seelenburg (O Castelo Interior).</p>
<p>Neste, Stein, já carmelita, (I) expõe e interpreta a doutrina espiritual de Teresa de Ávila; (II) coloca suas descobertas em perspectiva com a filosofia e as ciências modernas – a psicologia do séc. XIX e o método fenomenológico, particularmente; (III) estabelece algumas distinções a fim de complementar filosoficamente a experiência relatada na obra teresiana.</p>
<p>Ao longo do estudo, Edith Stein se detém, entre outras coisas, sobre cada uma das “moradas”, servindo-se abundantemente das próprias palavras da Santa de Ávila.</p>

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		<title>O que é fenomenologia? Uma abordagem platônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A Outra Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2022 01:33:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Reinach faz, deste modo, aquilo que Josef Seifert chamará de “reforma crítica do platonismo” - pela qual, ainda que sem a pretensão de entrar nos pormenores da questão, pode-se dizer que foi operada a redenção da filosofia moderna.]]></description>
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			<p>Além de exemplo intelectual, Reinach foi um forte exemplo religioso para o círculo de Gotinga, sendo o primeiro entre os alunos de Husserl a se converter ao cristianismo. Daí em diante, passará a ser capitão de uma nova revolução espiritual que culminaria na grande ética cristã de Dietrich von Hildebrand, no projeto metafísico de Edith Stein, e ainda na antropologia teológica de Karol Wojtyła (São João Paulo II). Tal revolução se deve, sobretudo, a uma “nova e mais moderna fundação metodológica a essa filosofia clássica e realista das verdades necessárias”.</p>
<p>Essa filosofia “clássica e realista” é representada, principalmente, pelos grandes nomes de Platão e Aristóteles, Agostinho e Boaventura, Tomás de Aquino e Duns Escoto. Para Reinach, contudo, o acento estava em Platão; chegava mesmo a dizer que era a fenomenologia uma “volta a Platão”, uma busca constante por aclarar e descobrir as relações necessárias entre as essências apriorísticas e objetivamente intuídas. Reinach faz, deste modo, aquilo que Josef Seifert chamará de “reforma crítica do platonismo” &#8211; pela qual, ainda que sem a pretensão de entrar nos pormenores da questão, pode-se dizer que foi operada a redenção da filosofia moderna.</p>

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		<title>Metafísica da Subcriação &#8211; A filosofia do mito em J.R.R. Tolkien</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A Outra Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 01:37:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste livro, Diego Klautau aborda o pensamento de Tolkien desde de uma perspectiva única, ao mesmo tempo filosófica e poética, conceitual e existencial.]]></description>
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			<blockquote>
<p>&#8220;Hoje, quando originalidade e autenticidade são as palavras de ordem da produção intelectual, prestar-se ao trabalho de mostrar o conteúdo sempre novo de velhas verdades é um traço inegável de caráter intelectual&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Neste livro, Diego Klautau aborda o pensamento de Tolkien desde de uma perspectiva única, ao mesmo tempo filosófica e poética, conceitual e existencial. Partindo da análise exegética da bibliografia tolkieniana, Klautau chega ao problema da relação entre o artesanato de mitos &#8211; isto é, a arte poética &#8211; e a natureza transcendente do artista.</p>
<p>Mas, para levar a cabo sua empreitada, não pôde ficar restrito ao senso comum. Viu-se obrigado a partir, como insiste repetidas vezes, da tradição filosófica realista &#8211; de Platão e Aristóteles, Agostinho e Tomás de Aquino -, passando a investigar o próprio homem que concebe as histórias de fadas e a essência da atividade mesma de concebê-las.</p>
<p>Nisto consiste, digamos assim, a grande virtude de Metafísica da Subcriação: a articulação das fontes tradicionais com sua revivificação na carne do leitor, pelas mãos dos comentadores.</p>

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		<title>Violência e paz interior &#8211; A força da mansidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[A Outra Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 02:08:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No livro "Violência e paz interior - a força da mansidão", Alípio Maia e Castro vai mostrando as muitas máscaras com que nos iludimos: agressividades adolescentes, ressentimentos, maledicências e críticas constantes, piadismo perpétuo, cinismo… a mansidão é força, não fraqueza, ira boa, verdadeira, virtuosa, medida e ordenada, não agressão mentirosa e autodestrutiva.]]></description>
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			<p>No livro &#8220;Violência e paz interior &#8211; a força da mansidão&#8221;, Alípio Maia e Castro vai mostrando as muitas máscaras com que nos iludimos: agressividades adolescentes, ressentimentos, maledicências e críticas constantes, piadismo perpétuo, cinismo… a mansidão é força, não fraqueza, ira boa, verdadeira, virtuosa, medida e ordenada, não agressão mentirosa e autodestrutiva. Porque não é egoísta, mas se apoia no amor, num sair de si mesmo, nesse desejo real, vivo e eficaz de amar a Cristo que “tem sempre como resultado um amadurecimento humano. A mansidão é o ritmo harmonioso dessa maturidade serenamente eficaz”.</p>

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